LUÍS CAPUCHO

LUÍS CAPUCHO

LUÍS CAPUCHO

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Esta entrevista é lacunar. Transcrita aqui na íntegra, é um instantâneo do momento em que foi realizada, com silêncios, digressões e iluminações. Em grande parte isso se deve à seleção dos entrevistadores, todos amigos e admiradores da obra de Luís Capucho. Por isso, algumas perguntas partem de pontos adiantados – muito já se sabe sobre o entrevistado. As respostas revelam um pensamento cujo processo flagramos no próprio ato da fala. São a um só tempo límpidas e densas, permitindo aos leitores tanto o entendimento rápido como a reflexão detida. Habitam, como em seus textos e canções, a superfície e a profundidade do ser e das coisas. 

Defesa de Sandro Aragão - 

Homoerotismo e o Cânone Literário

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Prostitutas suicidas, amantes aleijados, profusão de rosas, figuras maternas, a solidão do sexo sem beijo – personagens e cenas que povoam esse universo, traçado desde o surgimento de Capucho, no coletivo “Ovo” (1996) e desenvolvido ao longo de cinco álbuns ( “Lua Singela”, “Antigo”, “Cinema Íris”, “Poema Maldito” e “Crocodilo”) e quatro livros (“Cinema Orly”, “Rato”, “Mamãe me Adora” e “Diário da Piscina”). Gravado por Ney Matogrosso e Càssia Eller, entre outros, e dialogando nos últimos anos com artistas mais jovens ( com a mesma natureza provocadora), como Vovô Bebê e Bruno Cosentino, o compositor se junta agora aos Cadernos de Música, ao lado do tropicalista Tom Zé – e suas provocações de outra ordem.

                                                 Cadernos de Música Número 4
                                      - Maio de 2020 - Luís Capucho -  

Vídeo Retrato

Publicado em 5 de abr de 2018

Estréia da peça Cabeça de Porco, sobre o universo artístico de Luís Capucho, com o Grupo Prática de Montação. Direção de Diêgo Deleon - Nov/2016.

MALUCAS 

Interpretadas

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