01. Lua Singela (Luís Capucho)

02. Fonemas (Luís Capucho e Marcos Sacramento)

03. Os bichinhos (Luís Capucho)

04. Bengalinha (Luís Capucho e Mathilda Kóvak)

05. Ponto Máximo (Luís Capucho e Marcos Sacramento)

06. Maluca (Luís Capucho)

07. Vai querer? (Luís Capucho e Suely Mesquita)

08. Sucesso com sexo (Luís Capucho e Mathilda Kóvak)

09. Íncubos (Luís Capucho e Marcos Sacramento)

10. Algo Assim (Mathilda Kóvak e Luís Capucho)

11. A vida é livre (Luís Capucho)

12. Máquina de escrever (Luís Capucho e Mathilda Kóvak)

lua singela

Luís Capucho – violão e voz
Paulo Baiano – teclados, synth bass, synth drums, acid sax, acid guitar, acid drum ans bass e sampler editionem todo o álbum e vocais na faixa 1
Mathilda Kóvak – voz na faixa 12 e vocais nas faixas 3 e 8
Naldo Miranda – guitarra nas faixas 1, 2, 3, 4 e 10
Marcos Sacramento – voz na faixa 9 e vocais nas faixas 1, 2, 3, 4 e 10
Lucinha Turnbull – guitarras nas faixas 7 e 8
Rodrigo Campello – produção, arranjo, programações e mixagem na faixa 5
Bia Clemente – sax alto nas faixas 2, 4 e 7
Ricardo Gilly – violões na faixa 9
Kali C. – vocais na faixa 8
Narração na faixa 9 por Luís Capucho
Sampler na faixa 9 – trilha sonora do vídeo “Garotos tarados de Beverly Hills”
Arte – Fábio L Maia
Desenho da capa – Latuff

Produzido, mixado e arranjado por Paulo Baiano
Direção de A&R: Leonardo Rivera

Meus dois primeiros discos, “Lua Singela” e “Cinema Íris” são um presente do amigo e compositor Paulo Baiano. Ele tinha sabido que, destemidamente, eu ousara continuar fazendo músicas e tinha me lançado, como disse meu outro grande amigo Marcos Sacramento, “no escuro do abismo da alucinação de quem perdeu quase tudo de voz e de controle motor no momento auge da vida dos trinta e poucos anos”. Baiano, então, quis fazer um registro dessa nova maneira de compor que eu tinha encontrado.

Ele disse:

- Vamos fazer um disco, Luís?

- Oba, vamos embora!

Juntamos os amigos músicos e fizemos o Lua Singela!

Antes disso, minhas músicas eram delicadas, suaves, como são feitas as músicas na tradição de nossa MPB. Mesmo que eu dissesse, por exemplo, que “o amor é sacanagem” ou dissesse de “homens que são cheios de tensão como diabos”, dizia com delicadeza. Tem gente que prefere a forma como digo as coisas agora. Dizem que o que tenho a dizer combina melhor com minha nova voz e violão.

De meu ponto de vista, tudo continua delicado e tradicional, mas porque, com os dois ou três acordes que “espanco” no violão e com minha voz meio de lava com que faço a melodia, ficou a idéia de um Luís Capucho grunge, underground, maldito e tudo. Mas repito que sou um bom rapaz e continuo a fazer MPB.

Vejam se não é isso!

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LUÍS CAPUCHO